Falando em marketing social…vamos ajudar os animais

Olá a todos

Recomendaram-me que aderisse no facebook ao grupo 

Vamos LIMPAR Portugal dos MAUS TRATOS e ABANDONOS AOS ANIMAIS!!!

Como boa amiga de animais que sou resolvi, não só aceitar o convite como ajudar a divulgar.

Obviamente que também há crianças abandonadas e também temos que nos preocupar com elas, mas em breve publicarei um post sobre isso.

Quem ler e quiser pode aderir aqui: http://www.facebook.com/pages/Vamos-LIMPAR-Portugal-dos-MAUS-TRATOS-e-ABANDONOS-AOS-ANIMAIS/114996401844175?v=wall

Obrigado a todos

Até breve

Marketing social – uma tarefa de todos nós…

Olá a todos,

Hoje resolvi falar-vos um pouco sobre marketing social. Numa sociedade em que a palavra “crise” é a que mais se ouve pelas ruas de Portugal, é importante falar neste conceito.

O conceito de marketing social diz respeito a todas as formas de tentar incutir nas pessoas determinados  valores por vezes esquecidos, ou levar a uma determinada acção considerada correcta. A grande diferença entre este marketing e o marketing comercial é que o comercial tem como objectivo o lucro e o social apenas quer indicar às pessoas o caminho certo. Vejamos este exemplo mais concreto para se perceber melhro o contexto:

- Marketing comercial apela à compra, ex: a mensagem veiculada é: ”A marca de pasta de dentes que eu estou a vender é muito melhor que a outra”.

- Marketing social apela à sensibilidade das pessoas, ex: a mensagem veiculada é: “É importante fazer higiéne oral regularmente”.

Admiro profundamente as pessoas que têm a capacidade de trabalhar nesta área do marketing social, uma vez que são pessoas que certamente se deparam com crises diariamente. E as crises dessas pessoas não são apenas financeiras. Muitas vezes faltam pessoas dispostas a trabalhar/ajudar (muitos em regime de voluntariado), os recursos materiais são mínimos (quando não mesmo inexistentes) e o mais complicado de gerir, na minha opinião, é o facto de terem que conviver diariamente com o drama dos outros. Não deve ser fácil ver pessoas a sofrer e ter noção que o que podem fazer por elas é, normalmente, uma solução apenas temporária. Além disso, as campanhas no âmbito do marketing social não costumam ter um efeito imediato, manifestando-se apenas a longo-prazo (quando se manifesta!).

Acho que muitas vezes as pessoas se esquecem que precisamos uns dos outros para crescer, aprender e sobretudo viver. Contudo, o “Outro” hoje em dia não nos diz muito. As pessoas estão cada vez mais individualistas, pensam apenas e só nelas próprias.

Aqui fica o meu agradecimento público a todos os que colaboram em associações para ajudar os outros. É de louvar o vosso trabalho e não desistam, porque podem não conseguir ajudar todos os que precisam, mas minimizam o sofrimento de muitos!!

Para finalizar, gostava de salientar que todos nós podemos fazer muito pelos outros. Às vezes pequenos gestos do quotidiano podem ajudar os outros e a nós próprios.

Se não chamarmos as pessoas à atenção por deitarem lixo para o chão, vamos estar a permitir que esse gesto se torne banal e estamos a tornar-nos cúmplices na destruição do planeta.

Se não incentivarmos os nossos amigos a doar sangue (quando estão em condições de o fazer, obviamente), um dia podemos precisar de um transplante e não há sangue nos bancos dos hospitais.

Se soubermos que a nossa vizinha de cima é vítima de violência doméstica e não fizermos NADA, somos cúmplices da destruição da vida de alguém e…será que vamos conseguir dormir com a consciência tranquila???

Pensem nisso…

Até breve

Marketing de Guerrilha na Escola Secundária S.João do Estoril

Gostava de partilhar com vocês a acção que desenvolvi, em conjunto com umas colegas minhas, na Escola Secundária S.João do Estoril sobre Marketing de Guerrilha.

Por ser um tema tão interessante, inovador, criativo e novo, resolvemos convidar o espantoso André Rabanéa, fundador da Torke, a primeira empresa desta área em Portugal.

Na acção estiverem presentes os alunos dos 3 anos do Curso Profissional de Técnico de Comunicação - Marketing, Relações Públicas e Publicidade, que tanto quanto me pareceu, pela sua postura e interesse manifestado, adoraram a sessão.

O orador foi espectacular, cativando, com a sua criatividade/originalidade, sentido de humor e capacidade de comunicação todos os alunos e professores presentes.

Durante a acção falou-se no conceito de criatividade que é um conceito que se define por todas as ideias inovadoras e diferentes das demais. De facto, na opinião do nosso orador, se as marcas comunicarem todas da mesma forma, nenhuma delas se salientará e será capaz de levar os consumidores à acção. Aqui entra a importância do marketing de guerrilha. E o que é o marketing de guerrilha? De uma forma sintética e simples, o marketing de guerrilha é uma forma low cost de superar os concorrentes. Trata-se de realizar acções com as quais as pessoas não estejam a contar e que por isso sejam surpreentes. Muitas delespodem até “chocar” o público, mas ao criar esse choque na mente das pessoas, a verdade é que a mensagem da marca passou e isso é o principal objectivo de qualquer acção de marketing.

E onde é que se vai buscar a inspiração para este tipo de acções? O que André Rabanéa disse é que não existe propriamente uma fórmula de inspiração, mas para pensar/criar este tipo de acções, o ideal será observar o que se passa fora de Portugal, ir ao cinema, ler muito, observar as pessoas na rua, falar com os outros, trocar ideias, etc…Não será, portanto de estranhar que a equipa da Torke seja multicultural, com pessoas oriundas de vários países.

Para verem exemplos de marketing de guerrilha e criatividade em Portugal e pelo mundo , cliquem neste link. http://invisiblered.blogspot.com/

Para quem quiser conhecer melhor a empresa TORKE poderá verificar o seu facebook, neste link http://www.facebook.com/#!/torkeguerrilla?ref=ts

Aguardo os vossos comentários!

Até breve

Especial Namorados Hotel Cidadela

O Hotel Cidadela convida-vos a passar um dia diferente com as respectivas caras-metade.

Para quem não conhece, o Hotel Cidadela situa-se no centro de Cascais, Av. 25 de Abril, junto ao hospital e tribunal. Tem um ambiente bastante acolhedor e romântico. Devo dizer-vos que no ano passado, o pacote do Dia dos Namorados foi um sucesso e todos os casais gostaram bastante. Mas…nada como experimentar.

Aqui fica a descrição do package:

Preço por casal: 100.00€

Inclui:

Alojamento em quarto duplo (se possível com vista sobre a Baía de Cascais)
- Espumante no quarto
- Pequeno-almoço Buffet
- Late check-out (mediante disponibilidade)
- Estacionamento gratuito
- Jantar romântico

Ementa do Jantar:

- Salada Tropical de Marisco
- Mignon de Novilho com Queijo da Serra
- Bola de Baunilha em folha de crepe com chocolate quente
- Vinhos
- Águas
- Café com pau de canela
- Digestivo: Anis Mel de Damas

NOTA: Reservas até ao dia 12 de Fevereiro de 2010.

Quem estiver interessado, poderá ver fotografias e mais promenores ou quem sabe  fazer a reserva pelo site www.hotelcidadela.com ou pelo telefone 21 482 76 00.

Bom romantismo para todos!!

Marketing de Serviços

Caros leitores

Peço desculpa por esta minha ausência, mas como mudei de profissão e tenho tido muito trabalho, acabei por não ter muito tempo para vir até aqui partilhar convosco assuntos de marketing e comunicação.

Contudo, agora voltei e hoje resolvi escrever sobre marketing de serviços, uma vez que muitos são os que pensam que o marketing só se aplica para os produtos. Desengane-se quem pensa assim! Ora pensemos um pouco nas nossas experiências no usufruto de um qualquer serviço…quantos de nós não sairam já de um local super chateados porque não vos foi prestado um bom serviço? Pois bem…nesses casos significa que não há marketing nesse serviço, ou seja, a empresa não sabe vender o serviço.

Na minha opinião, toda esta área dos serviços deve ser passível de umas alterações no contexto de marketing, uma vez que o consumidor envolve-se mais quando pensa usufruir de um serviço do que propriamente quando vai adquirir um produto. Assim, se não soubermos vender o serviço e sobretudo não correspondermos às expectativas do nosso cliente, é certo que ele não deve voltar…

 Penso que está na hora dos gestores das empresas de serviços terem presente a máxima de que a qualidade percebida pelos clientes é um factor-chave de sucesso, a longo prazo. Cliente insatisfeito não volta e há muita probabilidade de falar mal do serviço a outras pessoas, logo, perde-se clientes actuais e potenciais.

São muito variadas as formas através das quais um cliente avalia a qualidade de um serviço, na medida em que o mesmo possui uma intangibilidade que os produtos não conhecem, o que torna mais difícil avaliar um serviço.

Assim, o gestor de serviços deve procurar tornar tangíveis as variadas formas de experimentar a qualidade esperada, deve procurar dar consistência a esta qualidade, deve fazer com que os colaboradores demonstrem competência na exucução do serviço, velocidade no atendimento e flexibilidade.

Na verdade, há alguns elementos que os clientes avaliam quando usufruem de um serviço. Há vários, mas vou apenas salientar alguns:

1. Tangibilidade (Refere-se à qualidade e/ou aparência de qualquer evidência física do serviço: bens facilitadores, equipamentos, instalações, pessoal);

2. Competência na execução do serviço;

3. Consistência na forma como atende um cliente (todos os clientes devem ser tratados de forma igual);

4. Velocidade no atendimento (Critério importante para a maioria dos consumidores de serviços. O tempo pode ter duas dimensões: a real e a percebida. Nem sempre o tempo percebido corresponde ao tempo real de espera);

5. Ambiente (Refere-se à experiência que o cliente tem durante o processo de atendimento: a capacidade do serviço exceder as suas expectativas. Tem relação directa com o atendimento personalizado. A capacidade de reconhecimento, o grau de cortesia criando o prazer da participação do cliente no processo de “produção do serviço”. Por exemplo: Num restaurante, além da cortesia pessoal irá contribuir para uma boa atmosfera a música, a luz, a temperatura, a decoração, etc…)

6. Flexibilidade (adaptação às necessidades específicas de cada cliente)

7. Credibilidade /Confiança

8. Acesso (aqui inclui-se a sinalização…quantas vezes já terá acontecido estarmos à espera para sermos atendidos num determinado serviço e dá vontade de ir ao WC, MAS, mas não há nenhuma placa de sinalização…)

9. Custo (Quanto o cliente vai pagar pelo serviço. Este critério está associado a outros como o tempo, o esforço e o desgaste para obter o serviço. Geralmente associa-se preço alto a qualidade elevada)

Desta forma concluo este post, salientando que não basta atender bem os clientes, é preciso que a empresa se preocupe com eles, se preocupe em prestar sempre um melhor serviço ao cliente.

WebSite de um hotel – Conteúdos

Bom dia a todos. Peço desculpa pela ausência, mas tenho andado a mil à hora! Mas hoje, finalmente consegui um tempinho para escrever.

Hoje irei reflectir um pouco sobre um assunto com o qual me debato diariamente. Que conteúdos deve ter um website de um hotel? Muitas vezes me confrontei com a ideia (a meu ver errada) que o site de um hotel deve apenas reflectir as ofertas e características do dito hotel.

Para mim, essa ideia está errada! Desmintam-me se quiserem e mostrem-me se e porque estou errada, mas a minha ideia de site no contexto de hotelaria é um pouco diferente da maioria.

Começo com uma pergunta: O que pensamos primeiro, quando decidimos que vamos de férias? Resposta: o DESTINO, ou seja, primeiro decido que e quando vou de férias e logo depois penso no destino das minhas férias.

Ora, neste contexto, o que falta na grande maioria dos sites dos hoteis é informações mais concretas sobre a região onde estão inseridos. Não basta dizer que o hotel se situa a “X” km de tal sítio, perto da praia, que na região pode fazer isto e aquilo (em duas ou três linhas), etc…

Falta em muitos sites uma descrição mais completa da região, as actividades que se podem realizar, o que pode fazer, que tipo de experiências pode usufruir no local, onde pode sair à noite, o clima, festas e romarias, aspectos próprios da cultura local, e muitas outras coisas…

Não gostaria de falar em nenhum site em particular, mas para exemplificar e dado que a liberdade de expressão está incutida na sociedade, vejamos o site do Hotel Baía, em Cascais, www.hotelbaia.com. Efectivamente tem um tópico “Localização”, MAS  ao clicarmos lá o que nos aparece? Três linhas e meia que dizem apenas:

” A cerca de 30 km do Aeroporto de Lisboa por auto-estrada, o Hotel Baía fica situado no centro de Cascais frente à praia dos pescadores e marina, dispondo de uma soberba vista sobre o Oceano. Pela sua localização central é possível visitar a pé os principais pontos de interesse, sejam eles desportivos (Golfe, Ténis, Vela, etc.) ou culturais (Museus, Centro Cultural Cascais, etc.). “

 

Ora bem…apenas refere os km de distância de Lisboa (o que é importante com toda a certeza, mas não o suficiente). “Principais pontos de interesse”…mas quais são?? Contudo, tem um outro tópico “Arredores” que tem um mapa no qual estão assinalados alguns pontos de interesse do local, mas mesmo assim não tem grande informação sobre os mesmos, apenas tem uma imagem e uma brevíssima descrição.

 

Não quero dar a ideia que só este site está incompleto, como este há muitos outros e talvez ainda piores. Poderão consultar o site do Resort 5 estrelas da Quinta da marinha, www.quintadamarinha.com e verão outro mau exemplo…

 

Desafio-vos a investigar e partilhar os maus e os bons exemplos de sites que encontrarem. Obviamente que é importante o site vender o hotel, mas não nos podemos esquecer que não o Hotel a maioria das vezes não é o responsável pela escolha do turista, mas sim a região no qual se insere.

 

Bem, por agora é tudo, até um próximo post!!

 

Dador para Martinha

Olá a todos! Apesar da minha longa ausência devido à carga de trabalho que tenho tido, nao podia deixar passar em branco a notícia da confirmação de que se encontrou um dador compatível para ajudar a salvar a Martinha.

Apesar de ser uma excelente notícia, falta contudo que e menina reúna as condições ideiais para o transplante. Vamos todos pensar positivo e acreditar que ela vai conseguir porque é uma menina forte e porque agora tem uma boa razão para se agarrar à vida!

Desejo muita sorte para a Martinha e que os pais e restantes familiares não desesperem e tenham muita força!

Vamos acreditar! Até breve…

Solidariedade na Web

Com este post gostava apenas para salientar a vertente solidária da web 2.0.

É cada vez mais comum (e ainda bem!) a utilização da web 2.0 para fins solidários. Desde recolha de fundos (entenda-se dinheiro, alimentos, roupas, etc…)  para famílias desfavorecidas ou qualquer outra causa social, a procura de donos para animais abandonados, mas para mim a mais importante é a procura de dadores compatíveis para casos de leucemia ou outras doenças que necessitem de dadores de plasma, medula, tipos de sangue raros, entre outros.

É bom e gratificante ver que o que muitos entendem como um “bicho de sete cabeças” e por vezes como um “monstro”, com muitos perigos, também serve para salvar vidas. Assim se vê que a web 2.0 não serve apenas para vender. Serve também para ajudar.

Falando em ajudar, o caso mais recente que tenho na memória é o da Martinha, uma menina de 4 anos que tem leucemia e que precisa de um dador. O avô da Martinha tem um blog, onde vai contando a vida da Martinha nestes últimos meses. Em http://aleucemiadaminhamartinha.blogs.sapo.pt/, poderão encontrar um avô desesperado, onde conta o que sente. A meu ver este blog é um bom contributo para todos aqueles que estão a passar pela mesma situação. Assim, a Internet acaba por veicular informações sobre a doença e acaba por gerar uma corrente de ajuda. No caso da Martinha, vários sites e redes sociais divulgaram a causa. Desde Facebook, Mundo.pt, Destakes.com, educacaodeinfancia.com, vários jornais, televisões e blogs pessoais, que inclui agora o meu.

A Internet tem muitos perigos, é verdade, mas também serve para salvar vidas. Peço a todos que tenham blogs para divulgar casos como o da Martinha, pois assim, juntos chegamos a milhares e no meio desses milhares, algum tem que se compatível e pode salvar vidas…

Peço desculpa a todos os que podem pensar que me afastei do tema central do blog, mas não resisti a salientar esta vertente solidária da internet…