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Networking 2.0

Segunda-feira, Maio 4th, 2009 | Web 2.0 | 1 Comentário

Antes demais, um pedido de desculpa por esta ausência…problemas técnicos, mas já estão resolvidos. Nestes dias que não escrevi, pensei sobre o que seria o meu próximo post. Resolvi então escrever sobre esta “febre” da web 2.0. Uns falam em web 2.0, outros internet 2.0, turismo 2.0, marketing 2.0…enfim, quase todas as áreas de negócio empregam o termo 2.0.

Mas o que é isto do 2.0? Tanto quanto sei a web 2.0 é, de uma forma muito simplista, a vertente social da web, ou seja, é a utilização das redes sociais na Internet.

Para algumas pessoas a internet ainda é um bicho de sete (ou oito) cabeças. No entanto, as marcas têm que entender que a internet é uma comunidade viva, que afecta o comportamento dos consumidores e que, por isso têm que se adaptar a esta nova realidade, sob pena de não sobreviverem.

Na revista marketeer, de Fevereiro de 2008, no estudo com o título “Sex, lies and reality: desfazer os mitos da web 2.0″ (p.99), achei interessante uma frase que passo a citar: “Se os consumidores se estão a desenvolver e se o seu comportamento online está a mudar a forma como a sociedade funciona e a cultura se desenvolve, então as marcas precisam realmente de ter noção disto e usá-lo para sua vantagem”. Ou seja, as empresas têm que tirar partido da vertente social da web para conseguirem chegar mais facilmente ao seu público.

Quando uma marca começa a utilizar as redes sociais para ir ao encontro do target, há que saber criar empatia com os consumidores para que os mesmos lhe prestem atenção. De facto, é muito bonito isto das redes sociais, MAS no meio de tantas outras marcas que têm produtos iguais ou semelhantes, temos que nos saber distinguir dos outros. Para isso, há que ser interessante (ter conversas que realmente importam e não conversa aborrecida), falar directamente com o indivíduo e não falar para todos, esperando que alguém ouça, têm que saber avançar consoante os movimentos da rede, tendo uma participação activa e actualizada. Um erro frequente de muitas marcas é a utilização exaustiva dos seus logotipos. Ora, isso cria na mente do consumidor a percepção que a marca está ali para vender e não é isso que importa que o consumidor perceba. Convém que a marca se dê a conhecer pelas suas conversas participativas e não com o uso abusivo do logotipo e conversas de venda.

A web 2.0 permite saber muito sobre cada pessoa e, assim vai ajudar numa comunicação mais dirigida e acertiva. Para melhor conhecer as pessoas e oferecer produtos dirigidos existe o CRM (Costumer Relationship Management). Mas o CRM fica para outro post.

Até breve…

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